quarta-feira, 13 de outubro de 2010

GPA - As mudanças bruscas de marca e a reação dos consumidores.

Depois de voltar de viagem percebi que a rua onde moro anda mais vazia do que o normal. Isso por que o supermercado Sendas do Grupo Pão de Açúcar, que havia quase em frente ao meu prédio, fechou. Perguntei a minha mãe o que tinha aberto no lugar, se tinha algum comércio funcionando, e ela me disse que abrira um mercado novo, mas que não se recordava do nome.
Fiquei um tanto quanto decepcionada por que, apesar de odiar fazer compras (principalmente por causa das filas), até que eu gostava das Sendas. Chocada com o fato da rua, ainda com um novo mercado, continuar vazia, fiz uma pequena pesquisa com os conhecidos da redondeza sobre o novo estabelecimento.
O resultado percebido foi que as pessoas não gostaram do novo mercado que se chama Rede Assaí. Pra quem não conhece, Assaí é uma rede de comércio atacadista com 36 anos de mercado e 48 lojas nas principais regiões do país. O mercado oferece uma média de 9 mil produtos de todos os segmentos de diversas marcas com as melhores condições de pagamento. Apesar de ser uma rede atacadista de comercio, o Assaí também vende para clientes finais.
O que me intrigou sobre a satisfação dos moradores da região da Tijuca, onde a nova loja foi aberta ha pouco tempo, é que mesmo com todos os benefícios oferecidos pela marca, ainda assim não havia disposição para ir ao mercado. O motivo principal que as pessoas me falavam era que as marcas que eles encontravam lá eram desconhecidas. Muitas pessoas falaram que o motivo de encontrarem marcas desconhecidas é que o Assaí veio do subúrbio, e com ele vieram as marcas "baratinhas, mas sem qualidade". O segundo principal foi que os produtos estão em lugares completamente diferentes do antigo mercado, dificultando a adaptação. Outra surpresa, a Rede Assaí foi comprada pelo GPA em 2009, ou seja, o comércio só mudou a marca, mas continua sendo do GPA.
Esses pontos mencionados pelos prospects da Rede Assaí são facilmente solucionáveis. A percepção do consumidor em relação a marca está completamente oposta ao que a marca realmente quer passar. É um problema de posicionamento. O público da região não está acostumado com um supermercado atacadista, com aparência de galpão, com pacotes grandes e gôndolas altas. Não houve uma preparação, nem teaser, nem aviso sobre o novo mercado. As pessoas querem se sentir confortáveis para irem as compras e aprenderem sobre o novo comércio.
Fatalmente o GPA imaginou que, por ser mais uma marca do grupo, os consumidores relacionariam com a antiga e virariam fãns como antes. Mas o que aconteceu foi o contrário. Além de não terem se adaptado ao novo supermercado, na faixada do comércio tem uma logo gigantesca da Rede Assaí, e uma logo um pouco menor escrito Sendas. As pessoas estão estranhando a nova marca e relacionando-a com a antiga. Ou seja, está queimando o filme das Sendas. Se o GPA, principalmente a Rede Assaí, não fizer nada para puxar esses futuros consumidores para dentro da loja, acredito que logo logo o mercado mudará novamente de nome.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Classe C - Comprovada a nova mina de ouro!

Todos nós sabemos o quanto é importante definir o público alvo do produto antes de montar a estratégia de marketing, mas nem todos sabemos que não é sempre que o que achamos é de fato a realidade. A velha teoria de que fazer produtos para as classes AB é vantajoso por que o preço dele pode ser mais alto, e assim o retorno, já é ultrapassada. Nem sempre o retorno medido através de poucas vendas de alto valor é o ideal. Já explicava a Lei de Pareto, 80% dos seus clientes podem representar apenas 20% dos seus lucros.
Além de definir um público alvo com exatidão nós de marketing devemos estar atentos a todos os movimentos do mercado. Recentemente uma pesquisa feita pelo Data Popular revelou que a classe C no Brasil é a que pode traçar o perfil geral do consumidor no país.

"O Data Popular realizou uma pesquisa sobre a classe C no Brasil e o resultado é que este perfil de consumidor representa 55% da população no sul do Brasil, 40% no norte e 47% no centro-oeste. Logo, não é exagero pensar que a classe C reflete o verdadeiro consumo brasileiro." (mundodomarketing.com.br)

A classe C hoje representa 76% do consumo nacional. Para alguns especialistas em mercado essa é a hora de analisar e fazer planos para o futuro. Através da análise desses números comparando com os outros anos é possível mensurar a ascensão da classe D para C. Isso significa que além de produtos mais caros, essas pessoas estão comprando aparência. Isso pode soar estranho para quem sempre comeu macarrão Barilla, ou quem sempre pode tomar Coca Cola. Mas para aquele que nunca teve opção, sair do guaraná Dolly é uma vitória, e esse refrigerante vai fazer parte de um passado facilmente "esquecível".

#ficadica

Mais uma dica!
Iniciei hoje o projeto de traduzir o blog para inglês. Sei que vai demorar um tempo, mas as traduções já começaram!
Em breve nas duas versões!

Dúvidas?! Críticas?! Sugestões?!
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Fonte: Mundo do Marketing

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Regionalidade no produto

Olá,
Muito tempo sem passar por aqui, mas tenho uma boa explicação. Finalmente cheguei em Vancouver e desde então minha vida não tem sido nada calma. Apesar disso, estou procurando um assunto interessante para postar aqui no blog há dias, e finalmente tive uma inspiração após comer no Mc Donalds.
Estava eu já imaginando o que iria comer quando a fila gigantesca em que tinha entrado desapareceu e chegou a minha vez. Tive que decidir rápido, havia muita gente atrás, então olhei para o painel luminoso e vi aquele delicioso e magnífico Big Mac. - May i get one big mac, coke and fried potatos. Fiquei super feliz quando a atendente me olhou e sorriu, imaginei, ela me entendeu! Mas eu não esperava que ela me respondesse com outra pergunta... - Witch one do you like? E eu, que até hoje só tinha visto um big mac, uma Coca Cola e batata frita que é tudo igual, perguntei, quais são as opções?
A atendente simplesmente me perguntou se eu queria o Big Mac ou o Big Mac Duplo. Eu amo carne, queijo e pão. Nem parei pra pensar e pedi o duplo pra provar. Daí já começaram as surpresas, e me dirigi ao balcão ao lado pra esperar o lanche na bandeja. Percebi que o atendente demorava para colocar o meu refrigerante e perguntei ao rapaz pela bebida, e ele disse que era refil, que bastava que eu pegasse o copo ao lado da máquina. O sonho que eu sempre tive: um sanduiche de quase 20cm de altura, batatas fritas e Coca Cola a vontade!
Ao mesmo tempo que fiquei feliz por aquilo, me perguntei, por que não temos isso no Brasil? A partir desse momento eu passei a olhar os locais em que frequentei com outros olhos. Tentei comparar os produtos daqui com os do Brasil. A coisa que mais me chamou atenção foi o sanduiche do Mc Donalds. Hoje, lendo alguns sites de notícias descobri que o Burguer King vai oferecer ao público duas versões novas do Whopper: cheddar e 3 queijos (prato, cheddar e suíço) entre os dias 15 de julho e 3 de outubro.

O motivo desse pequeno tempo para os viciados em fast food degustarem o novo produto é que o Burguer King realizará um teste sobre o gosto do cliente brasileiro. O resultado em vendas e o feedback dado pelos consumers trará informação suficiente para traçar um perfil do hábito alimentar dos frequentadores das 93 lojas espalhadas pelo Brasil.
Esse tipo de pesquisa é simples e dificilmente realizada de fato. A maioria dos restaurantes tende a inclinar seu serviço para onde o vento bate mais forte. Só que as pessoas só esquecem que nem sempre o cliente quer se dirigir ao responsável pelo estabelecimento para fazer uma crítica. É mais fácil não ir mais lá, ou passar por cima do erro e avisar dele para novos frequentadores. Ou seja, se a pesquisa tivesse sido realizada desde o início, o cliente insatisfeito não teria disseminado sua opinião errada sobre o local.
Essa pesquisa não serve somente para o produto "comida", mas não menos importante, o serviço. Ouvir o cliente é essencial para qualquer negócio.

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Fonte: Mundo do Marketing

terça-feira, 8 de junho de 2010

Redes Sociais - O Brasil domina!

Hoje vi uma reportagem interessante no site Mídias Sociais sobre dados de brasileiros nas redes sociais. Desde que virou mania, a quantidade de novos usuários nas redes sociais só aumenta. Já discutimos se é um fenômeno passageiro ou se veio pra ficar, e o quadro formatado pelo Ibope NetRatings abaixo prova mais uma vez a resposta. (Clique na imagem para aumentar)


Hoje podemos separar demograficamente os usuários com perfis detalhados de hábitos de consumo, faixa etária, classe social etc. Essa segmentação facilita as empresas a fazer ações na internet, e principalmente, as redes podem oferecer publicidade com maior grau de acerto no público-alvo do anunciante.
A Flowtown, empresa de monitoramento de redes sociais, criou um gráfico que demonstra essa segmentação (Clique na imagem para aumentar):


Além disso, as empresas estão estimulando os funcionários a utilizarem cada vez mais redes sociais. Através delas, o RH ou a equipe de marketing pode monitorar o que se passa em relação a sua marca. Através de comunidades e comentários as empresas podem saber o que os colaboradores e clientes sentem em relação aos seus produtos e serviços. É a tecnologia a favor do mundo. A famosa rádio pirata, agora também em versão online. 
A NetProspex, empresa que também monitora redes sociais com foco em B2B com o objetivo de otimizar as vendas e as ações de mkt, montou um gráfico demonstrando quais são as empresas que estão mais presentes em redes sociais (Clique na imagem para aumentar):


Mudando de assunto, hoje decidi o tema do meu TCC do MBA: Como fortalecer sua marca através de redes sociais.
Legal né?

E mais uma novidade. Dia 23 vou embarcar rumo ao Canadá com a minha irmã para fazer o Business English na ILAC (International Language Academy). Passaremos 3 meses e meu plano enquanto estiver lá é atualizar o blog com notícias internacionais, e estou cogitando a hipótese de criar uma versão em inglês. Vamos ver se dará tempo pra tudo isso.


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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Megatendências - Prof. Berenice Ring

O mundo muda a cada segundo. Podemos observar isso quando entramos no mercado. Antes o que era vendido por quilo, agora é vendido por porções individuais e coletivas. O famoso talento de ir para a cozinha e produzir um belo jantar se reduziu ao microondas que em 3 minutos você tem refeições para famílias inteiras instantâneas. E o fast food está perdendo lugar para comidas orgânicas, de soja, sem gosto porém, muito mais saudáveis. É o fim do mundo!


Onde vamos parar? Todos os produtos e serviços em constantes mudanças/adaptações. O BigMac já tem como acompanhamento cenourinhas! E a bolsa de couro de cobra já é recriminada ao invés de admirada. Antigamente eram apenas tendências ao consumo sustentável, hoje virou vício. Seria mesmo um vício? Ou uma moda passageira? Isto tem nome: Megatendência.


Berenice Ring (@berenicering), professora da FGV de Gestão e Planejamento de Comunicação do curso de MBC separou em 2 as Megatendências: Indivíduo Consciente e Sustentabilidade. Ela afirma que “Megatendências são tendências que transbordam fronteiras de países e continentes e chegam a durar até 50 anos”. No fim das contas, tudo está direcionado a preservação do planeta e dos bens que ele nos oferece.


Sobre as duas megatendências, cada uma delas tem suas características particulares:


O Indivíduo Consciente se preocupa com o lado saudável da vida. Em primeiro lugar está o bem estar. Não adianta só ter o emprego dos sonhos se este prejudica sua rotina de esportes, convivência com a família e amigos e não respeita seus horários de descanso. A alimentação deste ser é diferenciada, com ênfase em verduras e coisas naturais e orgânicas, e com escassez de gorduras e frituras. O convívio com a natureza também é um fator importante para este indivíduo. Passeios em parques, atividades ao ar livre e momentos de relax estão em sua lista de prioridade.


A outra megatendência é a Sustentabilidade. Nesse pilar é destacado as construções verdes, prédios e casas com energia solar, adaptados com materiais orgânicos e próximos a natureza. Além disso, este ser pesquisa sobre o passado e presente de uma empresa antes de aplicar dinheiro sobre ela. É investigado o nível de destruição do meio ambiente proporcionado, as atividades para balancear as agressões a matéria prima e outras ações de responsabilidade social e ambiental. Além desses, o indivíduo se vê como um representante da natureza em seu local de trabalho. É importante para ele que haja reciclagem de papel, coleta seletiva, campanhas de preservação e orientação sobre o fim dos recursos naturais em seu ambiente de trabalho. E mais do que isso, ele deve ver com seus próprios olhos que esses projetos são de fato cumpridos.


As marcas que não adaptarem seus produtos/serviços a essas "novas" tendências ficarão para trás. O que de nova não tem nada, esses hábitos que também, na minha opinião, já deixaram de ser tendência e viraram práticas presentes há um certo tempo.


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Fontes: Apostilas da FGV, Twitter da Berenice

quinta-feira, 6 de maio de 2010

There's nothing wrong with technology, it happens with who use it,and design.













Esperei o dia mais apropriado para postar, e encontrei.

Hoje estive presente em um super evento. Foi a 4ª edição do Inspiração que teve como tema Os Gênios do Varejo. A sequência de palestras se deu hoje e teve início por volta das 9 horas da manhã e encerrou às 14 horas com um brunch. O foco do evento era apresentar as grandes ideias e experiências vindas de profissionais líderes do varejo. 

Entre os palestrantes, Oscar Peña - Diretor Global Sênior para Philips Design e inovação, Lincoln Seragini (@Seragini) - Meu professor do MBA da FGV-SP e quem proporcionou a minha ida a palestra me levando como convidada, sócio da empresa Seragini Farné Guardado, entre outros títulos, Phillip Rosenzweig - responsável pelo desenvolvimento do varejo do grupo Armani, Manoel Alves - Presidente da FAL (Design Estratégico para Varejo) e Marimoon (@Marimoon) - VJ da MTV e blogueira.

A frase que intitula o post foi falada por Oscar Peña durante a sua palestra, no momento em que era apresentado um PPT com PDV's que tinham a lâmpada de led como estratégia de direcionamento de venda. A tecnologia não está errada, mas sim, quem a usa, e o design. Mas ela me chamou atenção mesmo quando o Seragini, em sua apresentação, mostrou que a Trilogia Empreendedora anunciou que a tecnologia não é mais um limite para novos produtos/serviços. O tripé já previa que a inovação seria um item valioso, uma vez que facilmente a tecnologia é descoberta, virando uma commodity. A famosa era da tecnologia nada mais é do que a era da Inovação.

A marca visionária é aquela que consegue se desenvolver ao longo de sua vida artifícios que a renovem. Todas as marcas tem um ciclo de vida determinado, e quando ele chega na fase de declínio ela deve se reiventar. Além disso, ser visionário é enxergar a longo prazo, não esperar resultados instantâneos, ser pioneiro, antecipar a necessidade do consumidor.

A Gestão Sustentável é orientar a sociedade de forma a não acabar com os recursos naturais de determinada área, dando principalmente o exemplo com programas sociais e de responsabilidade ambiental. E mais, a implementação da cultura sustentável dentro da empresa. É fazer com que cada colaborador se sinta responsável por suas ações de forma que não prejudique a natureza.

A inovação é fundamental para qualquer marca. Sem ela as chances da marca não sobreviver são altíssimas. Uma empresa que não desenvolve novidades para o mercado acaba sendo esquecida, pois logo surge algo que chama atenção dos consumidores e a percepção sobre esse produto acaba sendo diminuída. Salvos algumas excessões, de marcas que foram fortemente trabalhadas e conseguiram atingir o nível máximo de relacionamento com o consumidor (espiritual), como por exemplo a Maizena (Unilever) e a Farinha de Trigo Dona Benta.

O "E", na interseção dos três círculos significa Empreendedorismo. Essa palavra que está na moda começou a aparecer como bordão no mercado por volta de 2006. Ela é nada mais do que o conjunto das três características demonstradas na figura acima. As empresas que tiverem olhares voltados para o tripé certamente se depararão com uma personalidade empreendedora, que visa o futuro, inova, se diferencia das demais e pratica sustentabilidade.

Para que uma marca se sustente com apenas um pé da trilogia ela deve ultrapassar as barreiras de contato com o consumidor.



Quando uma marca surge, primeiro estágio, ele logo quer se tornar conhecida, para que os olhos dos consumidores a vejam e o façam pensar sobre o que ela significa. No segundo estágio a marca passa a ser admirada ela já ocupa um lugar diferente: Ela fica na mente do cliente. Assim, facilmente lembrada, começa a ser associada a experiências. Quando a marca passa a ser desejada ela já ocupa um lugar privilegiado no consumidor: O coração. Nesse terceiro estágio a marca começa a ter uma relação emocional com o cliente. Aflorando sentimentos como a saudade, ela passa a ter significado concreto. No quarto e último estágio a marca é comprada, há conversão, e o consumidor se torna um advogado da marca.

A prática da sustentabilidade, hoje em dia, é básica para qualquer empresa. Os consumidores estão cada vez mais de olho nos programas sociais e ambientais das marcas, e com isso, estão criando um novo critério de preferência: produtos sustentáveis, ou de empresas ambientalmente corretas.

Mas este é um tema para o próximo post.



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Fonte: Apostilas da FGV, conteúdo das palestras no evento Inspiração 2010.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

"Socialnomics" - Social media is a fad??

Será que as redes sociais são modismos passageiros?

Muitas pessoas pensam que sim, que são vazias, coisas de quem não tem mais o que fazer, de quem quer apenas tomar conta da vida alheia. Mas dados mostram que elas deixaram de ser uma simples ferramenta de controle de namorado. Além disso, as redes sociais viraram fontes de informação tanto para consumidores quanto para empresas.

Em janeiro de 2004 o Brasil foi invadido pelo primeiro fenômeno social online: o Orkut. Criado por um funcionário da Google, o site de relacionamento hoje já tem mais de 24 milhões de brasileiros com perfis ativos. A megatendência a individualidade força as pessoas a procurarem umas as outras de maneira rápida e fácil, o que justifica o fato de 90% dos brasileiros usarem o Orkut como ferramenta de puro relacionamento.

O MySpace foi criado em 2003, e hoje ele alcança aproximadamente 110 milhões de usuários pelo mundo. Com o foco em música, o site vem perdendo espaço para as outras redes sociais por conta das novas ferramentas adicionadas a cada dia, que aperfeiçoam a usabilidade, não obrigando mais o usuário a ter que sair do home para executar outras funções.

Já o maior concorrente do Orkut, o Facebook nasceu no mesmo ano, em 2004. Em março deste ano o site bateu o record de 400 milhões de usuários no mundo, sendo que pelo menos metade acessa seu perfil diariamente.

O atual ranking das redes sociais no Brasil aponta o Orkut como líder de acesso (26,9 milhões de usuários), em segundo está o Twitter (8,8 milhões), em seguida o Facebook (8 milhões), em quarto lugar o mais novo microblog, o Formspring.me (4,8 milhões) e em quinto, o Sonico (2,1 milhões).

Segundo a Nielsen, de 2008 para 2009, o número de usuários de redes sociais aumentou em 27%, alcançando pouco mais de 307 milhões de usuários pelo mundo.

Todos já identificaram que de fato, as redes sociais não são apenas um modismo. A verba para publicidade na internet foi aumentada em 25% em 2009, e só nas redes sociais, a expectativa de aumento de investimento é de 17%.

Para ilustrar esses dados, segue um vídeo sobre a revolução das redes sociais.

http://www.youtube.com/watch?v=sIFYPQjYhv8&feature=player_embedded


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