Esperei o dia mais apropriado para postar, e encontrei.
Hoje estive presente em um super evento. Foi a 4ª edição do Inspiração que teve como tema Os Gênios do Varejo. A sequência de palestras se deu hoje e teve início por volta das 9 horas da manhã e encerrou às 14 horas com um brunch. O foco do evento era apresentar as grandes ideias e experiências vindas de profissionais líderes do varejo.
Entre os palestrantes, Oscar Peña - Diretor Global Sênior para Philips Design e inovação, Lincoln Seragini (@Seragini) - Meu professor do MBA da FGV-SP e quem proporcionou a minha ida a palestra me levando como convidada, sócio da empresa Seragini Farné Guardado, entre outros títulos, Phillip Rosenzweig - responsável pelo desenvolvimento do varejo do grupo Armani, Manoel Alves - Presidente da FAL (Design Estratégico para Varejo) e Marimoon (@Marimoon) - VJ da MTV e blogueira.
A frase que intitula o post foi falada por Oscar Peña durante a sua palestra, no momento em que era apresentado um PPT com PDV's que tinham a lâmpada de led como estratégia de direcionamento de venda. A tecnologia não está errada, mas sim, quem a usa, e o design. Mas ela me chamou atenção mesmo quando o Seragini, em sua apresentação, mostrou que a Trilogia Empreendedora anunciou que a tecnologia não é mais um limite para novos produtos/serviços. O tripé já previa que a inovação seria um item valioso, uma vez que facilmente a tecnologia é descoberta, virando uma commodity. A famosa era da tecnologia nada mais é do que a era da Inovação.
A marca visionária é aquela que consegue se desenvolver ao longo de sua vida artifícios que a renovem. Todas as marcas tem um ciclo de vida determinado, e quando ele chega na fase de declínio ela deve se reiventar. Além disso, ser visionário é enxergar a longo prazo, não esperar resultados instantâneos, ser pioneiro, antecipar a necessidade do consumidor.A Gestão Sustentável é orientar a sociedade de forma a não acabar com os recursos naturais de determinada área, dando principalmente o exemplo com programas sociais e de responsabilidade ambiental. E mais, a implementação da cultura sustentável dentro da empresa. É fazer com que cada colaborador se sinta responsável por suas ações de forma que não prejudique a natureza.
A inovação é fundamental para qualquer marca. Sem ela as chances da marca não sobreviver são altíssimas. Uma empresa que não desenvolve novidades para o mercado acaba sendo esquecida, pois logo surge algo que chama atenção dos consumidores e a percepção sobre esse produto acaba sendo diminuída. Salvos algumas excessões, de marcas que foram fortemente trabalhadas e conseguiram atingir o nível máximo de relacionamento com o consumidor (espiritual), como por exemplo a Maizena (Unilever) e a Farinha de Trigo Dona Benta.
O "E", na interseção dos três círculos significa Empreendedorismo. Essa palavra que está na moda começou a aparecer como bordão no mercado por volta de 2006. Ela é nada mais do que o conjunto das três características demonstradas na figura acima. As empresas que tiverem olhares voltados para o tripé certamente se depararão com uma personalidade empreendedora, que visa o futuro, inova, se diferencia das demais e pratica sustentabilidade.
Para que uma marca se sustente com apenas um pé da trilogia ela deve ultrapassar as barreiras de contato com o consumidor.
Quando uma marca surge, primeiro estágio, ele logo quer se tornar conhecida, para que os olhos dos consumidores a vejam e o façam pensar sobre o que ela significa. No segundo estágio a marca passa a ser admirada ela já ocupa um lugar diferente: Ela fica na mente do cliente. Assim, facilmente lembrada, começa a ser associada a experiências. Quando a marca passa a ser desejada ela já ocupa um lugar privilegiado no consumidor: O coração. Nesse terceiro estágio a marca começa a ter uma relação emocional com o cliente. Aflorando sentimentos como a saudade, ela passa a ter significado concreto. No quarto e último estágio a marca é comprada, há conversão, e o consumidor se torna um advogado da marca.
A prática da sustentabilidade, hoje em dia, é básica para qualquer empresa. Os consumidores estão cada vez mais de olho nos programas sociais e ambientais das marcas, e com isso, estão criando um novo critério de preferência: produtos sustentáveis, ou de empresas ambientalmente corretas.
Mas este é um tema para o próximo post.
Dúvidas?! Críticas?! Sugestões?!
Comente!
Fonte: Apostilas da FGV, conteúdo das palestras no evento Inspiração 2010.


Louize. Amei sua percepção. Fiquei vermelho com este elogio ao nosso evento e em particular ao meu amigo Seragini, realmente um mestre.
ResponderExcluirJoão Batista, da J2B que, juntamente com a FAL Design Estratégico para o Varejo, organizou este evento.
Beijão,